Mostrar mensagens com a etiqueta Cozinha Portuguesa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cozinha Portuguesa. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

Broinhas de Alcanena

 








Ingredientes

 
0,5 kg de farinha; 0,3 kg de açúcar; 2,5 dl de azeite; 3 colheres de sopa de mel; 200 g de nozes picadas grossas; 20 g de canela; 10 g de erva-doce; 0,5 l de água.

Preparação

 
Junta-se tudo num tacho, exceto a farinha, e levan¬do-se ao lume até ferver durante cerca de 5 minutos. Acrescenta-se a farinha e volta a ir ao lume a cozer até se despegar, o que significa que a massa está pronta. Distribui-se a massa em montinhos, a que se dá o feitio de broas a estreitarem nas pontas, que vão ao forno e, depois de cozidas, ainda quentes, envolvem-se em açúcar.


 


 



Benavente – Broas de Batata-Doce e Amêndoa

 



 
Ingredientes


700 g de puré de batata-doce; 200 g de amêndoa ralada; 500 g de açúcar; 5 gemas de ovo; 125 g de farinha de milho; 70 g de farinha de trigo; 2 dl de água.

Preparação


Leva-se ao lume o açúcar e a água até fazer ponto de pérola. De seguida, sempre sobre o lume, junta-se a amêndoa, a canela e as farinhas, envolvendo tudo muito bem. Depois de estar tudo misturado e já cozido, mesmo antes de se retirar do lume, juntam-se as gemas e mexe-se tudo novamente para que fique bem misturado. Retira-se do lume e deixa-se arrefecer completamente, até endurecer a massa. Tendem-se broinhas que se vão colocando num tabuleiro. Quando este está completo, pintam-se as broinhas com gema de ovo e vão ao forno a cozer (180º C).


Bairrada | Mousse de Espumante

 



INGREDIENTES

4 gemas
3/4 chávena de açúcar refinado
3/4 chávena de espumante branco doce + 3 colheres (de sopa) de espumante para hidratar a gelatina
1 colher (de chá) de gelatina em pó sem sabor
300 ml de natas


PREPARAÇÃO


Numa tigela misture bem as gemas e 1/4 de chávena de açúcar. Adicione 3/4 de chávena de espumante à mistura e bata até a mistura ficar homogénea.
Cozinhe a mistura em lume baixo/médio, mexendo com frequência. Vai fazer bastante espuma, mas é normal. Tenha cuidado para a temperatura não subir muito. 

Não deixe ferver.



Mantenha no fogo até engrossar, ganhar volume e a espuma diminuir. Depois retire do fogo, bata com a ajuda de um batedor de varas por cerca de 2 minutos e reserve.



Numa tigela pequena, hidrate a gelatina com 3 colheres de sopa de espumante e reserve.

Bata as natas com a meia chávena de açúcar restante, até que fique firme (em ponto de chantilly).

Junte a mistura das gemas com açúcar, a gelatina hidratada e o chantilly e misture lentamente até obter um creme uniforme.

Despeje em taças de sobremesa e leve ao frigorífico, pelo menos por 4 horas, antes de servir.


 

Enfeite com raspas de chocolate branco.

 


Alentejo - Migas à Alentejana

 

Receita das ‘Migas à Alentejana’ 



O ingrediente principal deste prato é o pão que deve de ser do tipo caseiro (preferencialmente alentejano) e duro, a fim de a receita manter a sua textura e consistência.
O outro ingrediente emblemático da nossa gastronomia é a carne de porco.
As migas à Alentejana confecionadas a partir da carne de porco (entrecosto, lombo de porco, toucinho), o pão, sal, alho moído, folhas de louro, azeite, massa de pimentão e água.

Começa-se por temperar a carne na véspera, elaborando uma marinada com a massa de pimentão, alhos e sal.
No dia seguinte, frita-se a carne em banha.


Retira-se a carne que já está frita para uma travessa, corta-se o pão em fatias muito fininhas para melhor se dissolver, escaldando- se de seguida em água a ferver e coloca-se uma pitada de sal a gosto (não exagerar na quantidade de sal, uma vez que o tempero utilizado já tem sal).


Utiliza-se o pingo da carne frita para ferver o pão e vai-se esmigalhando de forma a criar a miga.
Durante a confeção tenta-se dar a volta às migas para saírem em rolo. Desta forma estão prontas a serem servidas acompanhadas com a carne frita com rodelas de laranja, criadas nos quintais alentejanos.

 


Esposende | Polvo de Apúlia

 

 

 

 
Ingredientes


200 g Polvo cozido, batatinhas cozidas com a pele, grelos cozidos q.b., 2 dentes de alho, 4 colheres (sopa) de azeite, sal e pimenta qb.

Preparação


Grelhe os tentáculos de polvo. Dê um murro em cada batata para as abrir um pouco. Aqueça o azeite numa frigideira e core as batatas. Descasque e lave os dentes de alho. Pique-os. Aqueça outra frigideira e salteie os grelos. Coloque tudo numa travessa e sirva, decorado a gosto.


Pão de Ló | Alfeizerão

 



O Pão-de-Ló de Alfeizerão é uma receita conventual das freiras do Convento de Cós.


Ingredientes


9 ovos inteiros; 3 claras; 250 g de açúcar; 1 casca de limão; 125 g de farinha; 1 cálice de aguardente; 1 pitada de canela.

Preparação

 
Misturam-se os ovos inteiros, as claras, a casca do limão e o açúcar, batendo tudo muito bem até a massa ficar esbranquiçada. Junta-se depois a farinha peneirada, a aguardente e a canela, envolvendo-se tudo Barra-se uma forma sem buraco com manteiga e polvilha-se com farinha. Retira-se a casca do limão e deita-se a massa na forma que vai ao forno a cozer cerca de 12 minutos, ficando o centro em creme, mas levemente cozido.



Cartaxo - Carne de Porco à ‘Feira dos Santos’

 






Ingredientes

650 g de carne de porco, 400 g de batatinhas fritas aos quartos, 4 dentes de alho, 50 g de banha, 2 dl de vinho tinto, 1 limão, colorau, salsa, pimenta e sal q.b. 



Preparação

Corta-se a carne em pedaços pequenos, tempera-se com os alhos picados, a pimenta, um pouco de colorau e o vinho tinto. Envolve-se e deixa-se marinar de um dia para o outro. No dia seguinte, escorre-se a carne e frita-se na banha. Fritam-se as batatinhas.  Estando a carne quase frita, juntam-se as batatas, adiciona-se a marinada da carne, envolve-se e deixa-se cozinhar mais um pouco. Polvilha-se com salsa picada finamente e serve-se enfeitado com o limão cortado em gomos ou picles.

 

 

Cavacas das Caldas da Rainha

 


Cavacas das Caldas



Ingredientes


6 ovos; 1 dl azeite; 300 g farinha; 125 g açúcar; 1 colher sopa de fermento em pó; sal q.b.

Preparação


Para uma tigela, partem-se os 6 ovos que se batem muito bem, juntando-se-lhes, depois, o azeite. Continua-se a bater até tudo estar completamente misturado. A pouco e pouco, vai-se deitando a farinha misturada com o fermento e uma pitada de sal. Bate-se com a mão fechada até que a massa fique branda e se comece a despegar das mãos. Coloca-se em seguida sobre a mesa, dando-se-lhe a forma de um rolo comprido. Corta-se este em rodelas de 2,5 cm que se colocam num tabuleiro bem polvilhado com farinha e se levam a forno forte a cozer. Depois de frias, pintam-se com calda de açúcar que se levou a ponto de espadana. A calda deve bater-se um pouco ao ser retirada do lume, para que fique opaca.

 


 


Santarém | Arrepiados

 



Ingredientes


5 claras; 500 g de açúcar; 500 g de amêndoa com pele; raspa de limão; canela q.b.

Preparação


Batem-se as claras em castelo bem firme. Acrescenta-se o açúcar, continuando a bater até fazer bolhas. Junta-se a raspa do limão e a canela. A este preparado incorpora-se a amêndoa devidamente cortada em lâminas fininhas e inteiras, sem bater. A amêndoa deve ser envolvida na massa das claras com açúcar. Num tabuleiro untado com um pouco de azeite ou óleo de boa qualidade, deitam-se colheradas de massa, afastadas umas das outras. Vão ao forno a cozer durante 15 minutos e devem ficar com um pouco de cor. Estes bolos não devem ser tendidos para que fiquem com o aspeto de arrepiados.


Celestes de Santa Clara

 



Celestes de Santa Clara este doce conventual teve a  sua origem  no Convento de Santa Clara de Santarém.



Ingredientes


500 g de açúcar; 250 g de água; 450 g de miolo de amêndoa; 12 gemas; folhas de obreia.

Preparação


Põe-se o açúcar ao lume com a água, até atingir o ponto de pérola. Nessa altura, deita-se a amêndoa pelada e passada pela máquina. Volta ao lume para ferver mais um pouco. Deixa-se arrefecer e acrescentam-se as gemas, levemente batidas. Volta ao lume, mexendo sempre, até se ver o fundo do tacho. Depois de arrefecida, com esta massa formam-se umas bolinhas do tamanho de uma noz, que se colocam sobre rodelas de obreia humedecida e picotada, um pouco maiores do que as bolinhas. Apertam-se as rodelas com os dedos, para formar uma caixinha. Levam-se a forno forte durante alguns minutos, só para dourar.



Torres Novas - Bolos de Cabeça

 



Quem visitar Torres Novas em dia de festa vai, de certeza, encontrar à venda o exemplar típico da doçaria da região: os Bolos de Cabeça, confecionados tradicionalmente por altura de casamentos e de romarias do concelho.


Ingredientes


1,5 kg de farinha de trigo; 0,2 l de azeite fino; 500 g de açúcar amarelo; sumo e raspa de vidrado de limão; uma pitada de canela em pó; 30 g de manteiga; bicarbonato de sódio q.b.; erva-doce q.b.; fermento de padeiro q.b.; sal q.b.

Preparação


Dissolve-se em água tépida o fermento com uma pitada de sal e trabalha-se um pouco. Junta-se à farinha e acrescenta-se-lhes o açúcar, a canela, a raspa do vidrado do limão, a erva-doce e o bicarbonato. Mistura-se tudo e rega-se com o azeite e a manteiga a ferver. Mistura-se novamente, para desfazer os torrões que se formam e junta-se o sumo de limão e água suficiente para começar a amassar. A massa é trabalhada até ter boa consistência. Embrulha-se depois num pano de algodão e cobre-se com um cobertor de lã, deixando-se em repouso de um dia para o outro, cerca de 10 a 12 horas, até levedar bem. Passado este tempo, tendem-se uns rolos de cerca de 15 cm de comprimento, achatam-se as pontas e apertam-se ao meio para formar um estrangulamento, ficando com uma cabeça para cada lado. Os bolos são colocados num tabuleiro untado e pincelados com ovo batido. Cozem em forno bem quente (cerca de 250º C), durante cerca de 10 minutos.


Ferreira do Zêzere - Tijeladas

 

As populares Tigeladas de Ferreira do Zêzere são uma das muitas variantes de um doce conventual que terá tido a sua origem no Convento da Graça, em Abrantes, cujo Arquivo Histórico já lhes faz referência.

Também o Livro de Cozinha da Infanta D. Maria, do século XVI, inclui uma receita de um doce denominado Tigelada, cujos ingredientes e confeção coincidem com os de Abrantes. De acordo com alguns testemunhos, terá sido uma lavadeira de Rio de Moinhos, a quem as freiras do Convento da Graça terão ensinado o segredo do doce, que ofereceu a receita a uma amiga. E assim se começou a divulgar esta especialidade, tornando-se particularmente conhecida em Ferreira do Zêzere.

O nome Tigelada deriva da tigela de barro onde o doce é cozido. A tigela deve ser de barro vermelho não vidrado, e não pode levar qualquer gordura. Cada Tigelada tem a forma de um disco com cerca de dois centímetros de espessura e 10 a 12 centímetros de diâmetro, com uma cor amarelo-torrado e uma textura semelhante à de um pudim.

Ingredientes
4 ovos inteiros; 16 gemas; 500 g de açúcar; 1 cháve¬na bem cheia de farinha; 1 l de leite; raspa de 1 limão.

Preparação
Durante meia hora, batem-se os ovos inteiros com as gemas, o açúcar e a raspa do limão, juntando-se a farinha a pouco e pouco. De seguida, adiciona-se o leite e mexe-se. Em tigelas de barro não vidrado, que foram previamente bem aquecidas, deita-se o preparado, sem que as tigelas fiquem muito cheias. Vão então a cozer em forno forte durante cerca de 20 minutos.

Harmonização proposta pela CVR Tejo
As Tijeladas de Ferreira do Zêzere são a sobremesa perfeita para acompanhar com um vinho generoso da Região Tejo.

IN: Os Sabores da Nossa Terra – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte

 

 https://jornalsabores.com

Trouxas de Ovos

 




Ingredientes


Para as trouxas: 10 gemas; 1 ovo inteiro. Para a calda:1 kg de açúcar; 3,5 dl de água


Preparação


Prepare a calda, levando ao lume o açúcar com a água e deixe ferver durante 30 segundos. Deite a calda numa caçarola de fundo côncavo e coloque-a sobre um lume pequeno e fino, de modo a só ferver ligeiramente no meio. Passe as gemas com o ovo por um passador de rede três vezes, sem pressionar e sem bater. Deite na calda 0,5 dl das gemas e deixe-as alastrar. Com uma colher vá espalhando com muito cuidado para que elas formem um círculo, o mais fino possível, mas sem rasgar. Deixe solidificar e, depois, num golpe rápido mas cuidadoso, com o auxílio de uma escumadeira, vire a folhinha das gemas completamente, sempre com o cuidado de não a rasgar. Espere que acabe de cozer, retire-a da caçarola, sempre com o auxílio da escumadeira, e coloque-a num prato inclinado para escorrer. Repita a operação até usar todas as gemas. A feitura das trouxas exige muita paciência e tempo. À medida que for fazendo as folhas, disponha-as sucessivamente umas sobre as outras. Enrole-as depois, com a parte brilhante virada para baixo, formando as trouxas, com feitio de tronco de cone. Coloque-as num prato de serviço e, no fim, regue-as com a calda restante, passada por um passador.






Travesseiros de Sintra

 


 

   

800 g de massa folhada (2 placas)

600 g de açúcar

300 g de amêndoa moída

8 gemas

2 dl de água

1 colher (café) de canela em pó

Farinha para polvilhar

Açúcar em pó para polvilhar



Leve ao lume um tacho com a água e o açúcar e deixe ferver durante 8 minutos. Junte a amêndoa moída, misture, retire do lume e deixe arrefecer um pouco. Mexa ligeiramente as gemas, adicione-as ao tacho, misture bem e leve ao lume, mexendo sempre até ferver. Retire do lume, adicione a canela, misture e deixe arrefecer.

Ligue o forno a 180 graus. Estenda a massa folhada com o rolo em cima da mesa polvilhada com farinha deixando-a com uma espessura fina e em forma de rectângulo. Depois corte-a em rectângulos pequenos com aproximadamente 15 x 6 cm. Deite um pouco da mistura da amêndoa em cima de cada rectângulo, depois dobre para obter travesseiros e feche bem as extremidades.

Coloque-os no tabuleiro do forno previamente passado por água fria e leve ao forno durante cerca de 20 minutos ou até ficarem douradinhos. Retire, deixe arrefecer e sirva polvilhados com bastante açúcar em pó.


 




Poncha de maracujá da Madeira

 


Preparada com aguardente, sumo de fruta e mel, a poncha madeirense é a bebida perfeita para refrescar os dias quentes de agosto.

É uma receita antiga e não há consenso sobre a sua origem. Uns dizem que foram os marinheiros portugueses e castelhanos que a criaram no tempo dos Descobrimentos para aproveitar a fruta que se estragava com facilidade durante as viagens marítimas, outros afirmam que a receita foi trazida da Índia por Ingleses que se estabeleceram na Ilha. Enfim, provavelmente nunca vamos saber quem realmente tem razão, o que importa é que a Poncha Madeirense existe e eu posso partilhar convosco a receita deste néctar dos deuses


INGREDIENTES

200 g de polpa maracujá com sementes
20 cl de sumo laranja
50 cl de rum
5 cl de sumo de limão
150 g de açúcar

PREPARAÇÃO

Coar para dentro de um jarro os sumos de laranja e limão e adicionar a polpa de maracujá com sementes, o rum e o açúcar. Mexer tudo muito bem até o açúcar se dissolver.

Servir com bastante gelo.

 https://thetravellightworld.blogs.sapo.pt


Alcatra à Moda da Terceira

 


A Alcatra à Moda da Terceira é um prato típico açoriano que data do séc.XV altura em que se iniciou o povoamento da Ilha Terceira.

Acredita-se que é inspirado na chanfana, prato das Beiras, zona de Trás-os-Montes, região norte de Portugal, de onde seriam originários os primeiros habitantes da ilha.

A Alcatra deve ser preparada e cozida num alguidar de barro não vidrado. Só assim o sabor da carne ficará semelhante à versão original. Contudo, caso não seja possível utilizar este tipo de alguidar, poderá usar um tacho de barro.

INGREDIENTES

* 1,5kg de alcatra com osso;
* 100g de toucinho defumado;
* 2 colheres de sopa de banha;
* 2 cebolas grandes cortadas em meia lua;
* 1 cabeça de alho;
* 4 folhas de louro;
* 1/2 colher de chá de cravinho em grão;
* pimenta preta em grão q.b.
* 250ml de vinho branco;
* sal q.b.

PREPARAÇÃO

Corte a carne em pedaços de tamanho médio, o alho, o toucinho em fatias finas e as cebolas em meia lua.

Esfregue a carne com sal, coloque num recipiente com o vinho branco e tempere com pimenta preta e cravinho . De seguida, unte o alguidar com a banha e cubra o fundo com cebola e alho.

Coloque a carne no alguidar alternando com cebola, alho, louro e o toucinho. No final, cubra a carne com o vinho e um pouco de água. Tape o alguidar, leve ao forno e deixe cozer lentamente em fogo moderado.

Fique atento e quando a carne estiver tostada na parte de cima, retire do forno, vire os pedaços e coloque novamente no forno.

No final, quando ambos os lados estiverem tostados e o molho estiver escuro, retire do forno e sirva imediatamente, com o caldo a borbulhar.
Acompanhe com pão.



Receita retirada com adaptações do site byacores.com

Doces finos do Algarve (Portimão)

 

 

Coloridos e saborosos estes bolinhos de massapão são absolutamente icónicos na doçaria do Algarve. São fáceis de fazer e colocam à prova a nossa criatividade na modelação das suas formas que podem ser as mais diversas.

Junta-se amêndoa ralada e açúcar em proporções iguais e amassa-se com clara de ovo até obter uma pasta moldável. Deixa-se em repouso por algum tempo (pode ser de um dia para o outro) e finalmente moldam-se as figurinhas que desejamos utilizando corantes de pastelaria para colorir a gosto as nossas doces peças artísticas: cenouras, laranjas, melancias, figos…

 
 

 

Este doce regional do Algarve é muito conhecido e apreciado além fronteiras de Portugal. Os estrangeiros conhecem-no como docinho de marzipan, uma vez é é feitio a partir de uma mistura de massapão, à base de amêndoa, o ingrediente mais comum na doçaria tradicional algarvia, açúcar e clara de ovo. Esta massa, também é conhecida como massa de amêndoa, massa de doce regional ou massa de morgadinho.

Fonte: https://www.aportugueseaffair.com

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

PÃO REDONDO CORTADO | BEIRA ALTA

 



É um pão de trigo com muito pouco centeio e alguma farinha de rama para ficar ligeiramente escuro: 80 por cento de farinha de trigo, 20 por cento de farinha de centeio, sal e massa velha. A massa é trabalhada durante 10 minutos e deixada a repousar cerca de 20. Depois é enrolada e colocada no tabuleiro, onde o padeiro a “baixa”, ou seja, pressiona cada um dos pães com a palma da mão, para eliminar parte do gás.

A massa do redondo cortado é mais rija que a da sêmea. Antes de entrarem no forno, os pães levam dois cortes no meio, para abrirem durante a cozedura. Os pães mais densos, como a sêmea e o redondo cortado, costumam ser os preferidos das merendas ou acompanhamentos dos pratos mais tradicionais. Já o pão branco, tipo papo-seco ou carcaça, é geralmente consumido ao pequeno almoço.



Receita

Ingredientes 


900g de farinha de trigo T65
100g de farinha de Centeio T70
20 g de sal
0,7 l de água
100 g de massa velha 

Misture os vários ingredientes e amasse durante 15 minutos, até ficar uma massa homogénea e lisa, deixe descansar pelo menos 30 a 45 minutos. Corte peças de 60 a 80g e enrole, bem apertado. Disponha no tabuleiro, deixe 30 minutos, com um pano por cima a levedar. Faça um corte fundo no meio do pão para abrir e leve ao forno a 250 º C. Este pão tem tendência a ganhar cor, por isso abre-se meia porta para ir secando o pão.

 

Fonte: https://turismodocentro.pt

PÃO DA BAIRRADA

 


O pão da Mealhada é também conhecido como o pão da Bairrada. Este pequeno pão de trigo da Beira Litoral, feito antigamente por padeiras, é macio, de formato arredondado, com quatro bicos na parte superior. Os padeiros Jorge e Albino, seguem receitas ligeiramente diferentes. O primeiro utiliza farinha de trigo, 80 água, 1,5 por cento de levedura e um pouco de massa velha. Albino opta misturar à farinha de trigo, 20 por cento de centeio.

O processo de amassar dura cerca de 20 minutos e o descanso da massa entre 45 minutos e uma hora. Terminada a fermentação, tendem-se as bolinhas e, com uma tesoura, corta-se a parte superior em cruz. Podem efetuar-se vários cortes, em função do estado da massa: “Se a massa estiver bem lêveda, dá-se-lhe um corte em cruz simples, se estiver mais fresca fazem-se três cortes: um ao meio e outros dois no sentido e os outros dois no sentido contrário, para a massa rebentar. Pode-se achatar a parte exterior da bola com a mão e cortar o meio em cruz. São pequenas técnicas que estes dois padeiros usam. O objetivo é abrir a massa e tirar-lhe o gás que se criou com a fermentação, o que se consegue através do corte. Assim, o miolo fica mais compacto e com um sabor característico. Se o pão não for cortado, o sabor não será o mesmo”.

O pão da Mealhada é cozido em forno de alvenaria, a 250º C com vapor, para o pão ficar mais cristalizado e crocante, mais brilhante e com mais cor. Os cortes abrem e o pão “fica muito bonito, parece uma flor”.

O pão da Mealhada come-se tradicionalmente com leitão assado. Até há cerca de 20 anos havia padeiros que também assavam leitões no forno de alvenaria, mas isso foi proibido. Hoje em dia são os restaurantes que vendem o leitão assado, servido com o pão no prato ou em sandes. Para acompanhar, bebe-se vinho da Bairrada, um espumante tinto, outro produto emblemático da região.

 



Ingredientes 


1Kg de farinha de trigo T65
100g de massa Velha
25g de fermento
15g de sal
0,6+ 0,1l de água



Juntar todos os ingredientes e amassar durante 20 minutos. Deixar a massa descansar durante 20 a 30 minutos. Corte peças de 100g e enrolar bem. Dispor no tabuleiro. Colocar na estufa durante 45 minutos com humidade a 80º C e calor 30º C. Depois da estufa cortar com a tesoura em cruz e levar ao forno. Cozer no forno a 240º C durante 15 minutos.

Se não tiver estufa, deixar a levedar perto do forno do fogão quente, num alguidar com uma bacia com água quente por baixo, sem o alguidar da massa tocar na água.

 

 

Fonte: https://turismodocentro.pt

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Sericaia - Receita típica Alentejana

 

 

Receita típica Alentejana


900 ml de leite
300 g de açúcar
1 pau de canela
2 cascas de limão
150 g de farinha
10 ovos
Canela em pó,q.b. Margão



Pré-aqueça o forno a 200ºC.
Num tacho largo, coloque o leite, o pau de canela, a casca de limão e o açúcar. Leve ao lume até querer começar a levantar fervura. Retire.
Numa tigela coloque a farinha e aos pouco, vá juntando o leite enquanto mexe vigorosamente com uma vara de arames de modo a não ganhar grumos no entanto e se preferir n o final passe por um coador, antes de levar de novo ao lume até a mistura levantar fervura e engrossar. Retire do lume e deixe que arrefeça e só depois juntar as gemas, mexendo de modo a ficarem bem envolvidas no creme.
Bata as claras em castelo com uma pitada de sal e envolva-as depois e delicadamente, na mistura de ovos.
Pré-aqueça o prato de barro por cerca de 5 minutos no forno, deite o creme e polvilhe com a canela em pó até ficar todo coberto e leve depois ao forno por 40 minutos, reduzindo a temperatura do forno para os 180ºC a meio do tempo de cozedura.

Fonte original todos os direitos reservados a:

https://receitasimplesecomocoracao.blogspot.com